nó no sangue
extravasa
na vértebra opaca
singela
enegrecida
da dor
do que não sou
do que jamais serei
os sonhos
se dissiparam
rumo ao infinito
um raio
cruzou minha estrada
perdida fiquei
sem torre de controle
sem piloto automático
sentei na esperança
e esperei
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